Meio Ambiente

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Hoje dia 22 de agosto data em que se comemora o folclore a Escola João Franco Sarmento, realizou uma programação que envolveu desde a educação infantil  ao ensino médio e principalmente a participação dos pais, houve apresentação de danças, piadas, adivinhações, parlendas, dramatizações, culinária local e até uma apresentação de capoeira coordenado pelo monitor do mais educação Nonato Correa aluno graduado da associação de capoeira arte nossa popular (ACANP) de santarém e que pertence ao pólo de Suruacá. Nesta ocasião os alunos tem oportunidade de colocar em pratica aquilo que estudam em sala de aula e mostrar que estão aprendendo.

Hoje, dia 18 de agosto foi apresentada à comunidade mais uma agente comunitária de saúde, tratá-se da senhora Roseane Freitas Melo, aprovada no ultimo concurso, onde concorreram ao todo 4 pessoas da localidade, no entanto, os trabalhos já começaram, sendo que com a chegada dessa nova agente comunitária de saúde, os trabalhos foram divididos de acordo com mapeamento da área, foram divididos também o atendimento com os hipertensos, diabéticos e gravidas. Esperamos, que a comunidade possa ser melhor atendida, haja vista que, a comunidade está muito grande e como estava, com apenas um ACS, não era suficiente para atender a  todos

O projeto começou a partir da necessidade do acumulo   de lixo no suruacá e os professores da comunidade de Parauá e Pedra Branca e da mesma comundadepara possa ampliando os conhecimento e pensar em um destino certo para o lixo   que podemos enviar para Santarém ,pois não e nos comunitários que fabricamos os plástico mas sim as impresas então precisamos devolver a Cidade, deu abertura o professor Lucinezio Cerdeira, Raimundo Aparicio, Leoncio Araujo, Iolanda Ferreira, e participação do agente comunitário de saúde Sr. djalma lima como palestrante e foi colocado vídeo de fotos  no telão ,muitos alunos da escola João Franco Sarmento e lideres e  professores da mesma escola.

foi criado uma frase  BURACO JÁ.

Informe: Djalma Moreira Lima e leoncio Araujo

No dia 3  de Setembro foi para o fundo o rebocador  com o nome de ACARÍ,  um  quilômetro de distância da frente da comunidade de Suruacá Rio Tapajós  margem  esquerda  Resex , com o vento forte ainda o barco não pude sair do local,  tem varias pessoas trabalhando como funcionário e comunitário de Suruacá , uns trabalhando com balde retirando  àgua e outros funcionando a bomba para retirada da mesma, esperamos que não dei mas um temporal ou vento forte.

 

 

informe :  Djalma Moreira Lima

No dia 18 /04/2011 aconteceu em Santarém Pará um encontro muito importante da Tapajoara, reserva Tapajós Arapiuns no STTR , neste encontro foi debatido a comissão eleitoral e avaliação do trabalho da atual diretoria .

Essa nova comissão ficou como presidente o Srº Livaldo Sarmento, apartir desta data a comissão eleitoral  estará  organizando todo o processo de eleição, para o mês de junho( 2011) em Vila Franca, dia  20 elieção  das chapas escritas ,  21 reunião do conselho,  22 capacitção de conselho e jovens. Foi feito também uma avaliação da coordenação atual , e faltou mais  empênio  da equipe nas  comunidades além de verbas  para as viagens na Resex- Tapajós Arapiuns.

Nós  não temos turismo nem extrativismo  forte em nossa resex , mesmo sabendo que temos potencial muito grande para desenvolve- los, precisamos de capacitações e técnicas, que possa gerar renda para a população local . Onde às própias familias saibam gerenciar seus projetos com às parcerias competentes.

Foi colocado um pouco sbre a COSPER, de Santarém ela esta parada e suas maquinas estão emferrujando, mas no dia 16 de maio de 2011 vai ter uma reunião para discultir sobre  o assunto.

 

Djalma Moreira Lima

Comunidade de Amorim, mais um encanto do rio Tapajós na Amazônia. Já presenciei mil contadas vezes esta comunidade que se localiza às margens esquerda do saudoso rio Tapajós. Muitas vezes em festa, outras em passeios para rever os amigos e colega lá conquistado. Desta vez não fui somente para passar um dia ou uma noite, fui para ficar vários dias e várias noites e ainda tenho uns calculados 20 dias para ficar por lá, até finalizar uma obra com dois parentes amigos daqui de Suruacá.

Por lá tanta satisfação vê e falar quase todos os dias com os amigos amorienses. Nas tardes de sobra sempre umas voltas de moto com amigão William e sempre que possível nos aventuramos nas animadas pescarias com outro amigão Raik lá mesmo de Amorim. E para colocar os papos em dias vale apena trocar uma ideia com os filhos do lugar, sendo eles; Raik, Hebe, Lucivaldo, Branca, Patrícia, Elioneide e vários tantos…

Amorim vive um momento importante com a construção de muitas casas do Projeto Habitação do Governo Federal, isso significa que a renda perca pita dos coboclos ribeirinhos cresce, mas quase sempre com aquele pé de burocracia.

A pacata Amorim tem costumes e tradições como de qualquer comunidade amazônida. Sobrevive da agricultura no cultivo da mandioca, milho, feijão… E para enfatizar esses sabores a caça e pesca artesanal complementam a culinária local.

O Ecoturismo aos poucos se movimenta na comunidade lentamente garante uma fonte de renda para os catraeiros que levam os turista para os moldes dos igarapés e belezas naturais da comunidade.
comunidade se empenha para conseguir um projeto de Inclusão Digital. O sonho ainda tá longe, porém o local aos poucos vai sendo preparado. Começo eles já tem, em 2008, houve uma mega oficina de Inclusão Digital ministrado pelo Projeto Puraqué de Santarém, entretanto, nada pára por aí garante uma professora.

Para saber de boas histórias nadas melhor do que conversar com pessoas experientes da vida daquele lugar, aqui citamos algumas; Seu Bianor, Dona Madalena, Dona Isabel e tantos outros… Outro dia conversei com um senhor não lembro do nome dele, mas ele falou umas coisas muito interessantes; “Quando cheguei aqui em Amorim, tinha só 4 famílias. A fartura de caça e peixe era muito grande. Tambaque, Pirarucu era farto e fácil. Hoje em dia a pesca ainda continua farta mas caça sumiu. O povo aumentou tem muita gente, todo mundo precisar comer todo dia“ afirma.

Suruacá está passando por um período muito mais quente do que o inverno passado, quando chove com pouco tempo, fica quente. O clima está mudando, e muitos governantes não estão preocupados com o clima. Muitos empresáriados pouco ligam, a vida dessas pessoas é só no dinheiro, precisamos de um olhar mais para os ribeirinhos. As Resex’s precisam de  projetos de reflorestamentos, capacitação de líderes para a extração dos extrativismo vegetais. Uma sociedade unida se torna justa e comunicativa, entretanto, assim teremos alimentos nas nossas mesas, sem derrubar as árvores e destruir o solo. Estamos na época do cupuaçu,  acerola,  piqui ou piquiá e  manga. São frutas que a comunidade não vende, e a manga temos por demais.

Informação de Djalma Moreira Lima

Depois de um  forte verão prolongado, finalmente chega o inverno, estação chuvosa no Oeste do Pará. Esta estação é muito  boa para plantio. Com a terra fértil as plantações ficam fortalecidas e logo  o retorno de quem  plantou vem na colheita. A chuva trás vida nova para as plantas caseiras, nativas, animais, principalmente para os pássaros que fazem a maior festa com muitas cantarolas em meio a Floresta Amazônica.

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REPORTER: Em nossa comunidade de Suruacá que fica situada na margem esquerda do Rio Tapajós Resex. A enchente não chegou até os moradores que estão situados na parte mas alta,por causa do grande barranco. Mais atingiu os lugares próximos daqui, como: Santa-Quitéria, Bom Jardim e Varre-Vento. Alguns moradores tiveram que se mudar para a parte mas alta, pois foi impossível permanecer no local onde estavam, por causa da grande enchente do Rio Tapajós. Nós fomos até Santa-Quitéria, onde é um dos pontos turísticos daqui da comunidade de suruacá. Andamos um pouco e vimos os prejuízos pelas águas, onde os bangalôs ainda estão totalmente submersos. A ponte está quase toda alagada e a situação dos alunos, fica meio complicado por que tem que atravessa-la todos os dias, concerteza correndo um grande perigo. Fomos até a casa do Sr. Raimundo Correa que é um dos moradores atingidos pela enchente, a sua casa de farinha e chiqueiro dos porcos estão todos alagados e a água está cada vez mais próximo da sua casa. fizemos uma pequena entrevista com a família. O Sr. Raimundo explica como está se sentindo neste momento nessa situação:

RAIMUNDO: -Agente se sente um pouco ameaçado pelas cobras, jacarés e ai agente fica ser ter pra onde correr, agente não pode fazer nada e o jeito que tem é ficar por aqui e esperar a água baixar pra ver se a vida continua, volta ao normal e agente vem se esforçando o máximo pra não correr porque contra Deus a gente não pode e ai agente fica aqui!, já temos fazendo farinha lá pelo centro do pessoal, porque não tem outro jeito e agente vai levando a vida devagar. Read the rest of this entry »

No Tapajós , municipio de Santarém ainda continua caindo muita chuva. Para nós ribeirinhos é bom para irrigação das plantas, mas também está sendo difícil. O motivo é que animais peçonhentos surgem aqui no suruacá e duas pessoas já foram picadas de cobra surucucu, que é um animal que tem mas neste lugar. A água também está quebrando muito barranco na frente da comunidade. Duas famílias já se mudaram, uma do leste e outra do oeste da comunidade para o centro pois a água tomou conta das suas casas.

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