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Você conectado, “você está em rede”, esse foi o tema de uma debate muito interessante na noite de ontém. A rede é formada por pessoas, por tanto minha resposta é não, afirmoiu Augusto Franco. Uma rodada de pessoas recheadas de informações formada por: professores, empreendedores, executivos e tantas outras pessoas. Nós ribeirinhos do rio Tapajós e representantes da Rede Mocoronga, estávamos lá como expectadores.

As redes digitais não são redes sociais, são feitas para animar comunidades e reunir milhares de internauta na internet. Usuários de orkut, facebook, twitter e outros sites de entretenimento virtual. O Problema que muitos desses usuários não são correspondidos com o colega que tá do outro lado do monitor, tem colega, tem concerteza, mais para fazer número, para dizer que tem tantos pessoas adicionadas.

A rede social presente fala de pessoas, com entretenimente de pessoas se comunicando fisicamente olho no olho. A comunicação é momentanea, porém, consegui-se ver a intereção humana. Então vale apenar discernir que  social é social e não tem nem mais nem menos. Desde de quando Adão e Eva passaram a reinar no jardim do Eden já havia sociedade, dez mil anos antes que Cristo já havia social.

O debate sobre redes sociais e redes digitais foi um panorama de conversa muito madura, teológicamente, filosóficamente muito técnica, onde todos os participantes  tinham vez e voz para expressar suas idéias.  Então esse debate sobre redes sociais não  parou por vai continuar pelo Brasil, com a Primeira Conferência Internacional das Redes Sociais e Digitais, que acontecerá em  Belorizonte neste primeiro semestre de 2010.

 

 

 

 

Campus Party, a maior feira de inovação tecnológica, internet e entretendimento eletrônico em Rede do mundo! Parece mentira, mas, é verdade. A festa começa e não tem hora para encerrar, assim se resumi o conjuto de pessoas em rede na #cpartybr. Muito já foi celebrado e muito ainda tem para celebrar. Programadores, colaboradoes, palestrante de todo canto do país, compartinham conhecimentos e desenvolvem dezenas de atividades relacionados em tecnologia da informação e comunicação eletrônica. No stand da vivo uma pergunta não cala ninguém, a cada rodada de conversa sobre o mesmo assunto com pessoas diferentes. Você conectado, você está em rede seja virtual ou pessoal?

Durante o evento os participantes organizam-se em diversas áreas para facilitar o encontro de pessoas com interesses semelhantes, cada área tem um coordenador e uma equipe que orgniza as palestras, debates entre outras atividades relacionado ao evento de inovação tecnológica. Em meio tanto conhecimento tem os nerds que a todo momento estão com a irônia de gritar ôôôô… Áreas de aprendizado na arena da Campus Party: Software  Livre, Software Proprietário, Game, Robótica, Fotografia, CampusBlog, Desenvolvimento, Design, Modding, Música, Simulação e Vídeo.

Ontém o coordenador de Inclusão Digital do Saúde e Alegria, Paulo Lima, ministrou a palestra sobre o Projeto Conexão Belterra promovido pelo PSA e Vivo. Como ir muito além da conexão 3G nas comunidades ribeirinhas da Amazônia? Campuseiros leptaram e questionaram sobres essa palestra. Hoje aconteceu uma reunião; Plano de Desenvolvimento de Banda Larga no Brasil. ” É preciso que os projetos de banda larga saiam dos gabinetes e sejam apresentado ao público brasileiro, para que aconteça a Democratização da informação no país, afirmou Gilberto Gil ex: Ministro da Cultura do governo Lula.

Nesta terceira edição a Campus Party Brasil, reúne seis mil pessoas e milhares de computadores conectados a internet de 10GB/s de velocidade. Trás profissicionais de todas áreas  acima  citados sobre  inovação tecnológica do Brasil e mundo. Para agitar ainda mais glamuor dos campuseiros, algumas celebridades não muito espontâneas comparecem no avento para compartilhar conhecimento.

 

Eugênio Scannavino, Fatima Raimondi, Marlisson Lima, Miguel Lima, Roberto Lima e Caetano Scannavino (foto Joyce Karoline, Portal Amazônia)

Na última sexta-feira (27), mais precisamente às 14:30 da tarde duas das importantes  empresas de telefonia  do Brasil, Vivo e Ericsson estiveram pela primeira vez na comunidade de Suruacá. O Saúde  e Alegria esteve mediando a viagem já que nossos visitantes eram marinheiro de primeira viagem no Rio Tapajós.

Uma caravana de 40 pessoas vieram conhecer  a hospitaleira comunidade  de Suruacá à margem esquerda do caudoloso Rio Tapajós no Oeste do Pará. Junto a essa forte equipe estavam o presidente da Vivo, Roberto Lima, a presidente da  Ericsson, Fátima Raimondi, além da imprensa nacional e outras lideranças convidadas. Roberto falou orgulhosamente que a operadora Vivo tem 13 mil antenas espalhadas por todo esse imenso Brasil. Fátima deduziu em poucas palavras que o importante é divulgação do que é correto para a comunidade.

Um projeto de Inclusão Digital no celular está aprovado pelas  empresas e  previsto para entrar em vigor no dia primeiro de Janeiro de 2010. Esse projeto busca conectar algumas das comunidades atendidas pelo Saúde e Alegria, por meio de Internet banda larga em dispositivos móvel celulares. Dois Comunitários receberam das mãos dos presidentes dois aparelhos celulares para caso de emergência que acontecem na comunidade e localidades vizinhas.

Todos os personagens desta numerosa equipe que se fiz presente em Suruacá ficaram surpresos pela calorosa recepção de acolhimento que tiveram em suas chegadas. Alguns ficaram sem palavras para agradecer e outras afirmaram que um novo Brasil estava surgindo na Amazônia.

Marlison Lima, presidente da comunidade agradeceu em nome de todos os comunitários a importante visita que Suruacá estava tendo naquele exato momento, e que Suruacá estava de portas abertas para recebê-las numa próxima oportunidade.

Até pouco tempo atrás esses ícones tecnológicos que transformam e facilitam a vida do homem em todo mundo, eram nada mais, nada menos que coisa de rico.

Hoje em dia o computador e a Internet se fazem tão presente nos centros  urbanos, quanto nas periferias de grandes e penas cidades, capitais e consequentemente em comunidades tradicionais da Amazônia. Infelizmente esses periféricos ainda não é para usufro de todos e consequentemente não será tão cedo. Por quê? Por que muita gente colabora e muita gente não colabora, por que o sistema de Inclusão Digital é burocrático, lento e caro. Segundo a Constituição na Nacional (lei máxima do país), todos e todas tem seus direitos assegurados perante os moldes da nação. Mas, será que esses direitos e deveres chegam com facilidade no cotidiano das pessoas? Eis a questão…

Mesmo com todos os graus de dificuldades a Inclusão Digital está difundindo no Brasil. Empresas, organizações, governos e até mesmo pessoas físicas estão dando apoio, principalmente para pessoas carentes. Essas oportunidades surgem a partir das instalações de  Telecentros Culturais de Inclusão Digital. Essas escolas digitais fazem com que o computador deixe de ser um objeto do outro mundo ou um bicho de sete cabeça. E sim um instrumento que complementa: o trabalho, o estudo, a comunicação e a valorização das expressões humanitárias.

Chegou em nossa comunidade a tecnica nalva do Gesac

para a montagem de uma antena para internet.  deu o

início dos trabahos as 8 hs de sábado parando

as 20 hs, reiniciando no domingo as 10 hs, concluindo

os trabalhos as 14 hs. Depois eles vijaram para o Aramanaí,

uma comunidade que fica na frente de Suruacá na Floresta Nacional do Tapajós e ela teve como ajudantes , Djalma , Ivanildo e Noemi.  A técnica do Gesac disse que a conexão a internet será, a partir de agora, ainda mais rápida em Suruacá.

Para o Sr. Djalma foi muito bom, trabalhoso e complicado mas foi bom e ele disse que tive mais uma experiência, que vai servir para toda comunidade e outas que venha nos procurar. Agora estamos esperando outro técnico para retirada da antena atual e completar o que falta no mundo da internet.

Djalma Moreira Lima

Depois de uns contados 15 dias sem Internet, usuários do Telecentro Cultural de Inclusão Digital de Suruacá, voltaram a acessar o meio de comunicação que mais cresceu no mundo. Agora está tudo bem, Modem novo, funcionamento normal e conexão à la  Banda Larga.

Em Suruacá como em qualquer comunidade ribeirinha da Amazônia, a comunicação é um problema nunca sanado com qualidade de serviços das empresas de Telecomunicações. Os telefones públicos instalados em algumas das comunidades, ficam na sua maior parte do tempo fora de operação, fazendo da comunicação um sofrimento na vida de milhares de pessoas que compõe a nação.

É preciso que se faça uma ponte de aproximação para facilitar a comunicação na vida de todos os esquecidos geograficamente distante dos centros urbanos.

ESTE É SOMENTE PARA INFORMAR TODOS OS NOSSOS LEITORES DO BLOG DE SURUACÁ, QUE NÃO ESTAMOS POSTANDO MENSAGEM NO BLOG, PELO FATO DE ESTARMOS SEM INETERNET DESDE A SEMANA PASSADA.

PROBLEMA:

O CULER DE NOSSO MODEM QUEIMOU, NÃO TEM MAIS JEITO, SÓ OUTRO NOVO,…

NÃO SABEMOS QUANDO IREMOS RETORNAR A ESSE TRABALHO QUE VÍNHAMOS FAZENDO NOS ÚLTIMOS TEMPOS.

OBRIGADO!!!

BLOGUEIROS DE SURUACÁ

jádia Marques e Marcela Janaína

Hoje dia 04 de abril de 2009, iniciou-se as 8:00 da manhã a oficina de blogs aqui na comunidade de Suruacá realizado por Fabiene e Alessandro do Saúde e Alegria com a participação de 11 jovens.
Isso tem como objetivo de incentivar cada vez mas a juventude de nossa comunidade a participar dos movimentos do PSA e a comunicação comunitária. É muito gratificante para os jovens desempenharem seu talento perante a comunidade.

Rádio Comunitária Japiim

Hoje pela manhã uma pequena equipe do Saúde e Alegria, comandada pelos coordenadores da Educomunicação do (P.S.A), Fábio Pena e Paulo Lima, estiveram na comunidade de Suruacá numa visita rápida e valorosa para o  Telecentro e comunidade em geral. Em suas bagagens trouxeram uns materiais importantes de uso na comunidade em especial os jovens.

Para dar prosseguimento nos trabalhos de vídeo, o Saúde e Alegria doou  uma câmera filmadora Sony e uma câmera fotográfica digital. Esses aparelhos serão usados pela equipe de jovens que fizeram Oficinas de Vídeo Participativo, ministrado pelos alunos da Escola Nórdica da Suécia, no início do ano de 2008, e que fizeram amostras de vídeos produzidos pelos jovens das comunidades ruais em Santarém e Belterra.

Na viagem veio a senhora Christina Hoffman, da LAZ (Organização Alemã que trabalha com a América Latina). Em primeira oportunidade veio também Luiz Felipph, técnico de informática da Rede Mocoronga de Comunicação Popular, que deu um basta nos problemas dos computadores e impressora que estavam dificultando os trabalhos de monitores no Telecentro Cultural de Suruacá.

A comunidade de Suruacá agradece ao Saúde e Alegria e a todos os parceiros que colaboraram direito ou indiretamente com a consumação dos materiais adquirido pela comunidade que se localiza às margens esquerda do saudoso rio Tapajós, o rio de águas cristalinas da amazônia. Estamos na certeza que iremos fazer melhores programas de educomunicação, para mostrarmos nossos tradicionais modos de vida cultural entre o verde da floresta.

Um dia de extrema importância jamais poderia passar despercebido pela comunidade de Suruacá e por pessoas que apreciam a comunidade com suas respectivas visitas. Sábado dia (13), o Telecentro Comunitário de Suruacá inaugurou a sua mais nova idade de funcionamento pleno dentro da comunidade em meio a Floresta Amazônica às margens do gracioso rio Tapajós.

Em 13 de dezembro de 2003, o Telecentro Cultural de Inclusão Digital de Suruacá, estava sendo inaugurado com  os pronúncios dos parceiros que colaboram para sua implantação e realização. Naquele momento a comunidade vivia uma felicidade emocionante de toda sua história. Naqueles meados a Inclusão Digital, migrava na comunidade em meio o “isolamento e o esquecimento. “

Durante 5 anos de funcionamento o Telecentro já colaborou bastante para o desenvolvimento da comunidade, na área da educação, saúde, meio ambiente, etc. Ficamos conhecidos por pessoas que ainda não conhecíamos e vice-versa. Crianças, jovens e adultos estiveram e estão tendo a oportunidade de conhecer e aprender a manusear as tecnologias digitais, em especial o computador.

Nos dias atuais de hoje o Telecentro funciona com 5 computadores sendo um de uso exclusivo da rádio comunitária Japiim. Todos rodam com o Sistema Operacional Linux (Software Livre), Internet com conexão via satélite. O sistema de energia que alimenta o funcionamento das máquinas, vem de um sistema solar especialmente dimensionado para o telecentro.

O Telecentro abrigada a programação da rádio Japiim, jornal impresso, reuniões comunitárias e apresentações culturais; circo, teatro e pequenas festinhas comunitárias de entidades de dentro da localidade bem elas; grupo de mulheres, de vizinhos, clubes de futebol… Isso no andar térreo do prédio!

Está de parabéns o Telecentro Cultural por mais um ano de funcionamento, pela mudança de transformação na vida sublime da comunidade de Suruacá. Está de parabéns todos os usuários e alunos que têm a oportunidade de usar e aprender computação sem sair de casa para outro lugar.

Jardson Melo/ monitor do Telecentro Cultural de Suruacá

A 7ª Oficina para Inclusão Digital foi realizada no Hangar - Centro de Convenções e feira da Amazônia - Belém/PA, no período de 04 à 07 de novembro de 2008, organizada pelo Comitê Técnico de Inclusão Digital do Governo Federal, Governo do Pará e parceiros.

Assim como nas outras versões a 7ª oficina objetivou o compartilhamento de conhecimentos práticos e teóricos na área do Sotfware Livre. As Oficinas e Plenárias foram momentos onde oficineiros, palestrantes e participantes, fizeram trocas de experiências, assim como muito se ensinou, muito se aprendeu de ambas as partes. O Hangar ficou agitado na semana do dia 04 à 7 do referente mês, fazendo com que o Conhecimento Livre seja visto ao alcance de todos, e que a porta de entrada no mundo da comunicação e informação das tecnologias digitais é a plataforma livre que nos permite trabalhar, executar e melhorar, muito melhor do que estar somente apertando botões.

Embora a Inlcusão Digital por meio dos Softwares esteje avançando no Brasil, a Região Amazônica ainda se encontra num estado pouco habitado por iniciativas de inclusão. Evidentemente algumas iniciativas de Telecentros, Inforcentros, Bibliótecas e Pontos de Culturas estão mundando a rotina de vida de muitas pessoas, mas isso é muito pouco. É preciso que esses aspectos de Inclusão chegeu onde tem brasileiro, isso dentro do Território Nacional, pra isso é preciso de atitude e força de vontade. Quais as soluções para que o acesso chegue entre florestas e rios? Eis a questão…

Tudo é muito bom, mais é muito bom também que tenhamos cuidados com os lixos tecnológicos, essa questão é frustadora, pois o lixo tecnológico é uma ameaça ao Meio Ambiente. Certamente todos tem o direito e o dever de preservar o meio ambiente deste perigo. Mas, entende-se que as empresas de eletroeletônicos deveriam dar o destino final desses aparelhos já que são elas que o mesmo causam.

A 7ª Oficina Inclusão Digital teve a presença de todos os estados brasileiros e também a participação de uma pequena equipe do Peru. Ao todo IPSO somou a presença mais de 3 mil pessoas participantes no maior evento de Inclusão Digital no Brasil, esse marco concerteza vai ficar para a histórias de Belém e de todos com participaram e da equipe que organizadora.

Nós ribeirinhos de comunidades ruais de Suruacá, Muratuba, Boim e Cahoeira do Aruã município de Santarém estivemos lá, e outras comunidades do município de Belterra.

Na ocasião o coordenador da Educomunicação do Saúde e Alegria Fábio Pena apresentou para toda a plenária os trabalhos da Rede Mocoronga na sucursais da rede, mostrou também os resultados das realizações.

A Rede Mocoronga traz informações direto da Oficina para Inclusão Digital em Belém!

Na plenária desta quarta-feira Fábio Pena do Projeto Saúde e Alegria, apresentou o trabalho da Rede Mocoronga nas comunidades ribeirinhas dos rios Tapajós, Amazonas e Arapiuns. Fábio explicou a experiência piloto dos Telecentros Culturais nas comunidades tradicionais da Amazônia. Com o apoio de outros parceiros o Saúde e Alegria já impalntou seis telecentros e até o final de 2009 a perspectiva é de ter implantado 11 telecentros.

A Rede Mocoronga capacita os jovens para a produção de jornais, programas de rádios e vídeos, isso tudo para fortalecer o protagonismo juvenil no que diz respeita a comunicação comunitária nas comunidades¨.

Na Amazônia a Inclusão Digital aos poucos vai crescendo com os Telecentros, Inforcentros, Organizaçõe e entidades militantes da Inclusão Digital com a expansão do Software Livre. Na visão social todas as pessoas devem ser incluída digitalmente na era da revolução digital.

Foi o primeiro caso de sucesso apresentado dentre 5, onde um será escolhido para representar o Brasil num intercâmbio com África do Sul e India.

Jardson Melo - Monitor do Telecentro de Suruacá / Rio Tapajós

Neste dia 01 de Novembro de 2008, chegou em nossa comunidade uma equipe de Acadêmicos de Jornalismo das Universidades FIT e IESPES ambas de Santarém na ocasião radialistas da Rural, repórteres das Tvs; Amazônia,  Tapajós e  Guarany também vieram na caravana.

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