Até pouco tempo atrás esses ícones tecnológicos que transformam e facilitam a vida do homem em todo mundo, eram nada mais, nada menos que coisa de rico.

Hoje em dia o computador e a Internet se fazem tão presente nos centros  urbanos, quanto nas periferias de grandes e penas cidades, capitais e consequentemente em comunidades tradicionais da Amazônia. Infelizmente esses periféricos ainda não é para usufro de todos e consequentemente não será tão cedo. Por quê? Por que muita gente colabora e muita gente não colabora, por que o sistema de Inclusão Digital é burocrático, lento e caro. Segundo a Constituição na Nacional (lei máxima do país), todos e todas tem seus direitos assegurados perante os moldes da nação. Mas, será que esses direitos e deveres chegam com facilidade no cotidiano das pessoas? Eis a questão…

Mesmo com todos os graus de dificuldades a Inclusão Digital está difundindo no Brasil. Empresas, organizações, governos e até mesmo pessoas físicas estão dando apoio, principalmente para pessoas carentes. Essas oportunidades surgem a partir das instalações de  Telecentros Culturais de Inclusão Digital. Essas escolas digitais fazem com que o computador deixe de ser um objeto do outro mundo ou um bicho de sete cabeça. E sim um instrumento que complementa: o trabalho, o estudo, a comunicação e a valorização das expressões humanitárias.