No período de 20 21 e 22 de Março multiplicadores ribeirinhos do Estatutos da Criança e do Adolescente (ECA), da Floresta Nacional do Tapajós e Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, reuniram-se no Centro de Treinamento Chico Roque, Santarém-PA, para participarem da III Oficina Intercomunitária dos Agentes Multiplicadores do ECA, realizado pela organização não-governamental Saúde e Alegria.

A III Oficina dos Agentes Multiplicadores esteve em pauta como tema: ” Estatuto da Criança e do Adolescente e direitos fundamentais de meninos e meninas”. A oficina ocorreu dentro dos padrões de garantia de mais acessos às informações sobre os direitos constitucionais das crianças e adolescentes, elaborar planos de ação para serem multiplicados dentro das comunidades pelos multiplicadores do ECA, fortalecer e promover integralmente qualidades de execução para o fortalecimento da Rede Intercumunitária seguir mais sensata com as atividades nas comunidades dos rios Tapajós, Arapiuns e Amazonas.

A III oficina sobre os direitos e deveres fundamentais dos baixinhos das três regiões de rios, contou com a participação do orgão; Rede de Proteção Infanto Juvenil de Santarém - que contribuiu com palestras educativas para o fortalecimento dos direitos das crianças ribeirinhas. Dentre tudo que foi estudado em três dias de oficinas, os ativistas estiveram um bom desempenho disseminando suas opiniões, contaram a realidades das comunidades diagnosticando o referido assunto Estatuto da Criança e do Adolescente da Lei Federal de 8069 de 13 de julho de 1990.

Para a oficina ficar com um gosto de saúde e alegria de crianças e adolescentes, aconteceu um belo e animado circo mocorongo para dinamicar os voluntários participantes. A emissora de televisão TV tapajós também esteve no local para dar uma palhinha documentando o trabalho de todos que de alguma maneira ali estavam contribuindo com o melhor desenvolvimento do ECA nas comunidades ribeirinhas atendidas pelo Saúde e Alegria.

Na comunidade de suruacá tem um grupo que se chama C.L.I.S (Conselho Local Integrado a Saúde), esse grupo que realiza propostas, encontros e reuniões. No dia 24 de março deste ano a conteceu na praia de suruacá um minitreinamento de 1º socorros, e a 1º oficina feita na água, às demais foram feita na terra firme, estava no grupo 06 pessoas, ainda estamos engatinhando neste processo da saúde.

A oficina foi baseada em afogamento, para o Sr Djalma, esta sendo muito importante, pois eu preciso passar um pouco que sei para outras pessoas que queiram aprender, eu não sou medico e nem emfermeiro e nem tecnico de enfermagem. Eu sou agente comunitário de saúde eu só não quero um dia morrer e levar meus conhecimento, vamos fazer de um tudo para que esse grupo não desista de aprende, pelo menos para sua vida ou servir alguém na sua caminhada.

Temos muito contra tempo de realizar essa tarefa, pois o grupo que esta só é jovens e nesta comunidade eles tem muitos compromissos, quero dizer que não e fácil administrar um grupo desse porte, mais vejo eles muito enteressados no assunto e também a nesecidade de aprendizagem.

Por: Djalma Lima

Nos dias 21, 22 de Março jovens de Suruacá estiveram na comunidade de Amorim rio Tapajós, cujo o objetivo era fazer uma oficina de jornal comunitário com os jovens da comunidade que compõe o J.U.C (Jovens Unidos em Cristo).

A oficina foi ministrada com auxílio de um manual e com a experiência que temos de como se fazer e montar um informativo comuitário com informações que acontecem dentro da comunidade. O J.U.C, apenas está iniciando sua história com o jornal impresso.

Fizemos uma explicação completa das principais sessões de um jornal comunitário; capa, editorial, expediente, reportagens, entrevistas, enquetes, campanha educativa, história em quadrinho seção cultural, classe carinho, etc. Os participantes sentiram-se mais animados, para eles, num jornal o importante era fazer reportagens.

A oficina contou com a participação de 25 jovens bem animados e interessados em consolidar experiências para caminharem com as próprias nas próximas edições do jornal O Papagaio. “Estávamos precisando de pessoas que nos dessem apoio em relação ao jornal, a gente agradece de coração a força de vontade de vocês que vieram lá do Suruacá ensinar agente aqui” - afirmou; Regina de 17 anos, participante da oficina.

A oficina aconteceu com a solicitação da coordenação do jornal O Papagaio da comunidade de Amorim, para a coordenação do jornal Japiim de Suruacá, assim fizemos um eventinho pequeno, mas de grandes expectativas para ambas comunidades.

Djalma comandava as dinâmicas que no fim acabavam em risos e mais risos. A dinâmica do motorista chamou bastante atenção dos participante, esta brincadeira é feita em dupla e exerce muita confiança entre os parceiros.

*A maior floresta tropical do Planeta, a Amazônia sul-americana, corresponde a 2/5 da América do Sul e a Metade do Brasil.

*Um hectare da floresta amazônica tem mais espécies que toda América do Norte e em uma só se suas árvores vivem mais espécies de formigas que em toda a Inglaterra.

*Num único dia, o Amazonas despeja no Oceano Atlântico mais água do que toda a vazão do Rio Tâmisa, em Londres, durante um ano inteiro. Só a Bacia do Rio Negro, um dos afluentes do Amazonas, tem mais água doce do que toda a Europa.

*O volume de terra que o Rio Amazonas joga no mar é tão grande que, graças a esses sedimentos, o litoral da Guiana Francesa e do Amapá está crescendo. Esse crescimento, ainda não medido, já aparece em imagens de satélites.

*A Ilha de Marajó é na verdade um arquipélago. O número exato de ilhas ninguém conseguiu ainda contar, mas é de pelo menos 2.000. Ocupam uma área de 50.000 km², maior que a Suiça.

*Ao contrário do que se pode imaginar, os rios mais feios da Amazônia, os de água barrenta, são os mais generosos para a vida na região. Carregam sedimentos que arrancam da Cordilheira dos Andes e de outras regiões por onde passam. Na enchente, depositam no solo esses sedimentos, adubando km nas vizinhanças do rio. Ali, as plantas nascem viçosas quando as águas baixam. Esses rios também têm mais peixes.

*Os rios escuros, como o Negro, são muito mais bonitos, mas a água é ácida e pobre em nutrientes. Apenas 5% dos peixes vendidos em Manaus vêm do Rio Negro, que banha a cidade.

*O maior camarão de água doce do mundo vive na Amazônia. Também encontrado em alguns rios do Nordeste, chega a medir 48 cm da cauda à ponta das garras. Existem pelo menos trinta espécies de camarões e outras trinta de caranguejos na Bacia Amazônica.

*Vive na Amazônia a maior mariposa do mundo, a Imperador. Tem 30 cm de envergadura – tamanho igual ao de duas canetas esferográficas.

*Tubarões e outros peixes do mar entram com certa regularidade no Amazonas. Eles não se reproduzem na água doce, mas conseguem se dar relativamente bem. Tubarões já foram pescados até em Iquitos, no Peru, uns 4.000 km rio acima.

*Das 483 espécies de mamíferos existentes no Brasil, 324 vivem na Amazônia (67%). Das 141 espécies de morcegos, 125 voam também na Amazônia.

*Com 30 milhões de espécies, os insetos formam o maior grupo de seres vivos na terra, sem levar em conta bactérias e microrganismos. Na Amazônia está um 1/3 deles.

*Quem não gosta de répteis precisa saber: há 300 espécies desses animais na Amazônia, de cobras a lagartos.

*O nome Amazonas foi dado pelo frei Gaspar de Carvajal, o primeiro cronista europeu a viajar pelo rio, durante a expedição de Francisco de Orellana, na primeira metade do século XVI. O frei afirmou que sua embarcação foi atacada por mulheres que, como na mitologia grega das amazonas, pretendiam escravizar os homens para procriar antes de matá-los.

*As mais antigas evidências arqueológicas da existência humana na Amazônia são de, pelo menos, 12.000 anos atrás.

*Os índios brasileiros, que eram 6 milhões na época do descobrimento, hoje são 300.000. Enquanto a população total do Brasil cresceu 27 vezes, a dos índios diminuiu vinte. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, havia em torno de 1.300 línguas indígenas no país. Restaram 170.

*Dois em cada três índios brasileiros vivem nas reservas indígenas da Amazônia. São 170.000 pessoas em um território equivalente à quase três Alemanhas. Só os 8.200 ianomâmis ocupam uma área de 94.000 km², maior que a área de Portugal. Cada índio brasileiro hoje possui em média 3,6 km², mais de duas vezes o Parque do Ibirapuera, SP. No total, é dos índios quase 12% do território nacional.

*Durante o ciclo da borracha (1879-1912), a Amazônia foi responsável por quase 40% das exportações brasileiras. Manaus era a capital mundial da venda de diamantes, e o seu teatro, com 681 lugares, foi construído na Europa e trazido de navio para ser montado no Brasil. Sob o calor de 40 graus, os ricaços usavam terno, gravata-borboleta e colete, imitando os ingleses. As mulheres vestiam-se com modelos parisienses.

*Graças à borracha, nos primeiros anos deste século a Amazônia teve uma renda per capita duas vezes superior à da região produtora de café – São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo. A riqueza acabou quando ingleses levaram as mudas de seringais para a Malásia, até hoje líder mundial na produção de borracha natural.

*A primeira megaobra na Amazônia foi a estrada de ferro Madeira-Mamoré, em Rondônia. Era parte do preço pego pelo Brasil à Bolívia pela compra do então território do Acre. Serviria para escoar produtos bolivianos, mas foi um fracasso. Durante a construção, entre 1907 e 1912, mais de 6.000 operários morreram de malária – um morto por dormente da ferrovia, como se dizia na época. Hoje dos 366 km construídos, apenas 07 km de trilhos continuam em operação.

*O peixe que viaja o diâmetro da lua – Um grande predador, o piramutaba sai da foz do Amazonas e cruza o Brasil rio acima para desovar.. Só no percurso de ida, viaja de 3.000 a 3.500 km todos os anos – distância equivalente ao diâmetro da lua. Tem uma espécie de couro no lugar de escamas e é o peixe mais exportado da região amazônica. O maior comprador é o Japão.

O Grupo de Teatro Revelação de Suruacá, se prepara para mais uma apresentação da peça teatral; Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, versão 2009, na comunidade de Suruacá. Os preparativos estão se agitando para mais um fluxo de cenas lúdicas para o público.

Nesta versão o grupo vai contar com o talento de novos personagens que irão abrilhantar com seus potenciais artísticos cultural. Novos textos serão encenados pelos protagonistas do grupo Revelação de Suruacá.

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No ano de 2004, logo no início do mês de Março, Suruacá se preparou com muita alegria para receber o seu novo Pároco. E ficou feliz em conhecer o padre que ficaria trabalhando com o povo os 5 anos seguintes; Padre Sidney Canto.

No dia 01 de março de 2009, a comunidade se entristeceu ao saber que teria que se preparar para despedir-se do padre, cujo seu superior o lotava para trabalhar em outra área, Mujuí dos Campos, planalto de Santarém, Pará.

Infelizmente não foi uma despedida como às outras de apenas “um até logo ou até breve”! foi uma despedida dolorosa recheada de emoção no seu último culto dominical como paróco da região, em Suruacá.

Religiosos de Suruacá, Vista Alegre e Solimões despediram-se do padre com agradecimento e louvores na Igreja Sagrado Coração de Jesus, centenas de fotos foram tiradas para ficar de recordação. Depois das bençãos religiosas a comunidade ofereceu um café da manhã em sinal de partilha para toda comunidade e visitantes.

Padre Sidney realizou sonhos de comunidades e pessoas, em Suruacá deu seu parecer fundamental para a construção da nova escola João Franco Sarmento e construiu a casa paroquial, em Vila de Boim reconstruiu a Matriz de Santo Inácio de Loyola, deu apoio para que centenas de pessoas participassem do Movimento de Cursilho, movimento religioso da Diocese de Santarém, em 2004, promoveu a Assembléia da Juventude em Suruacá, trazendo mais de 150 jovens de toda sua área de trabalho, etc.

Pedimos a Deus que o abençoe e proteja por onde quer o senhor vá. Amém! Na saudade as comunidades ficam com a esperança de uma possível visita.

Repórter: Luciene



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